senta-te aqui, aproxima-te. olha bem para mim, atravessa o meu olhar sem medos e sem preconceitos, recolhe a tua alma e deixa-me recolher a minha. ouve apenas a minha voz e sente-a através do teu coração. não, não oiças os ruídos lá fora, nao oiças o vento porque esse vai levar as minhas palavras com ele. dá-me a tua mão, vou colocá-la junto ao meu peito e vais sentir o bater do meu coração. agora que já sentis-te ... ouve. estás a ouvir? é este o som do meu coração a bater contra a minha pele. é este o som de uma luta silenciosa. quero alterar este som pela melodia da tua voz.
vou ficar aqui , até me cansar de esperar.
disses-te que me ias fazer feliz para o resto da vida, e que me ias aguentar para além de todas as minhas chatices, onde estás agora?
cá estou eu de novo, desculpa a demora .
assim que voltei caí sobre a colcha branca da cama, onde repousei todo o meu espírito e todo o meu corpo, ambos exaustos. sei o que sinto, sei o que quero, sei o que me cansa, mas não te consigo explicar nada, ou és mesmo tu que não queres perceber. e isso deixa-me confusa e eu não gosto nada disso, mas estou agora. quero que a voz da razão salte do meu peito, quero que chegue o dia em que te fecho a porta, para sempre. gosto de te amar , mas não te quero amar. quero-te eliminar do meu pensamento e do meu coração, mas não te quero esquecer porque trazes à minha memória tudo o que melhor esta possuí, tudo o que não me arrependo de ter vivido. quero ser capaz de respirar, de andar, de sorrir e de amar, sem me lembrar que és uma das grandes razões para que tudo isso, exista em mim. quero que o meu coração desista do teu, mas ele nao me ouve , nem me obedece.
e cá estou eu de novo, tão exausta, tão cansada, tão farta, tão eu.
assim que voltei caí sobre a colcha branca da cama, onde repousei todo o meu espírito e todo o meu corpo, ambos exaustos. sei o que sinto, sei o que quero, sei o que me cansa, mas não te consigo explicar nada, ou és mesmo tu que não queres perceber. e isso deixa-me confusa e eu não gosto nada disso, mas estou agora. quero que a voz da razão salte do meu peito, quero que chegue o dia em que te fecho a porta, para sempre. gosto de te amar , mas não te quero amar. quero-te eliminar do meu pensamento e do meu coração, mas não te quero esquecer porque trazes à minha memória tudo o que melhor esta possuí, tudo o que não me arrependo de ter vivido. quero ser capaz de respirar, de andar, de sorrir e de amar, sem me lembrar que és uma das grandes razões para que tudo isso, exista em mim. quero que o meu coração desista do teu, mas ele nao me ouve , nem me obedece.
e cá estou eu de novo, tão exausta, tão cansada, tão farta, tão eu.
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