face

escrevo-te a ti, que andas por ai à minha procura, numa solidão povoada, vazia e acomodada à espera que a vida te ponha no caminho uma mulher como eu. não sei como te chamas nem por que inicial começa o teu nome, mas sei que existes, que me esperas e desejas e que um dia farás parte da minha vida.




o meu coração duplicou de tamanho, vi o futuro num instante e pensei: isto não pode ser verdade, é impossível sentir tanta paz, tanta serenidade. de repente eu já não tinha ossos nem cartilagem, era toda feita de mel. do peito escorria-me amor, a cabeça fervilhava de ideias, a alma consumia-se na mais deliciosa das paixões.




5 comentários:

daniela disse...

ohh *.*
está lindo pipinha !

Devaneios de uma vida disse...

Adorei *.*

maria disse...

adorei *.*

carlos disse...

ADOREI*.* mesmo:$

carlos disse...

oh de nada, obrigado eu, sabes bem a quem se refere aquele texto:$